Quando a família passa por mudanças importantes, é angustiante lidar com incertezas e conflitos. Nessas horas, ter orientação clara e medidas rápidas faz toda a diferença.
Disputa de guarda, definição de pensão alimentícia, partilha de bens, mudança de domicílio, alienação parental e medidas protetivas exigem atuação técnica e sensível, e você não precisa enfrentar isso sozinho. Atuamos para construir acordos seguros ou defender seus direitos no Judiciário com estratégia, agilidade e respeito às necessidades da sua família.
Somos um escritório dedicado ao Direito de Família, voltado a soluções estratégicas e personalizadas para cada realidade. Trabalhamos com ética, acolhimento e transparência, buscando resultados que preservem vínculos, protejam crianças e garantam segurança patrimonial. Nosso atendimento é próximo, claro e humanizado, para que você percorra todo o processo com previsibilidade e tranquilidade.
Atuamos para formalizar o divórcio com rapidez e segurança, buscando acordo quando possível e defendendo seus direitos em caso de conflito.
Regulamentamos guarda compartilhada ou unilateral e estabelecemos um plano de convivência equilibrado, sempre priorizando o melhor interesse da criança.
Ajuizamos pedidos, revisões ou exonerações de alimentos, com base na necessidade de quem recebe e na real capacidade de quem paga.
Organizamos a divisão do patrimônio de forma justa e segura, considerando regime de bens, provas e a realidade do casal.
Atuamos com urgência em situações de violência doméstica, garantindo medidas protetivas e preservando a integridade da vítima.
Reconhecemos e dissolvemos a união estável, regularizando direitos como partilha de bens, alimentos e questões familiares decorrentes.
Sempre que possível, recomenda-se tentar um acordo por meio de divórcio consensual (judicial ou em cartório). Caso não haja consenso sobre guarda, pensão, partilha ou uso do sobrenome, é necessário propor ação de divórcio litigioso. Antes de assinar qualquer termo, consulte um advogado para garantir que seus direitos patrimoniais e familiares estejam protegidos.
A guarda pode ser compartilhada (regra geral) ou unilateral quando o interesse do menor exigir. O plano de convivência define dias, férias, feriados e comunicação com o outro genitor. O foco é sempre o melhor interesse da criança, mantendo vínculos afetivos e rotina estável. Se houver conflito, o juiz pode fixar guarda e visitas com apoio psicológico e mediação.
A pensão é calculada pelo binômio necessidade x possibilidade. Reúna comprovantes de gastos (moradia, saúde, escola, transporte, lazer) e dados da renda do responsável quando houver. É possível pedir alimentos provisórios já no início da ação. O não pagamento pode gerar execução, desconto em folha, penhora e até prisão civil em casos específicos.
Depende do regime de bens (comunhão parcial, universal, separação, participação final). Em geral, na comunhão parcial dividem-se os bens adquiridos onerosamente durante o casamento/união estável. Dívidas também podem ser partilhadas. Bens particulares, heranças e doações com cláusula de incomunicabilidade costumam não entrar na divisão. Laudos e documentos são essenciais.
Sim. O reconhecimento pode ser feito espontaneamente ou por ação judicial com exame de DNA. Em caso de contestação, o teste também pode ser solicitado. O processo assegura direitos como registro civil, pensão, guarda, convivência e herança. A prioridade é resguardar o melhor interesse da criança e a verdade biológica/afetiva.
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